LUÍS FONSECA
luis.mig.fonseca@gmail.com
Mestrando de Ciências da Comunicação variante de Cultura Contemporânea e Novas Tecnologias, na Universidade Nova de Lisboa, Faculdade de Ciências Sociais e Humanas.
Licenciado em Cinema, área de Argumento, Escola Superior de Teatro e Cinema.
Bacharelato em Cinema, Escola Superior de Teatro e Cinema, na área de Montagem.
Visiting student no Polytechnic of Central London (agora University of Westminster), School of Communication.
Trabalhou como assistente de realização e anotador com diversos realizadores, entre os quais João Botelho, João Mário Grilo, Vicente Jorge Silva, Manuela Viegas, Paulo Rocha.
Em 1993 foi co-fundador da Contracosta Produções com Francisco Villa-Lobos.
Colaborou diversas vezes com a encenadora Mónica Calle, desde a formação da companhia Casa Conveniente, em diferentes funções desde a produção à dramaturgia, tendo constituído em 2000, com ela e com Álvaro Correia, a sociedade de produção teatral com o mesmo nome. Também colaborou diversas vezes com Álvaro Correia, tanto através da tradução como da escrita de textos originais.
Traduziu peças de Stephen Berkoff, Sam Shepard, Harold Pinter, David Mamet e Edward Albee e Samuel Beckett.
Em 1998 escreveu a peça "O Vôo Das Borboletas" estreada a 29 de Janeiro na Comuna Teatro de Pesquisa, com encenação de Álvaro Correia.
Em 1999 escreveu a peça "Os Dias Que Nos Dão", encenada por Mónica Calle na Casa Conveniente.
Em 2000 escreveu a peça "O Vento Que Vem", para a Comuna - Teatro de Pesquisa, encenada por Álvaro Correia.
Em 2001 traduziu o texto "A Floresta" de David Mamet, o qual encenou e que estreou no início de Dezembro na Casa Conveniente.
Em 2005 escreveu a peça “Alguns Lugares”, encenada por Álvaro Correia na Casa Conveniente.
Encenou em 2009 o espectáculo “3:43 da Manhã” na Casa Conveniente, a partir de textos de Robert Ashley, Louise Bourgeois, Gary Hill, Bill Viola.
Participou como actor no espectáculo “O Ginjal ou o sonho das cerejas” de Mónica Calle, a partir de Anton Tchekov, que esteve em cena no Teatro Maria Matos
Traduziu, em 2006, as peças “Brasas”, “Esboço Radiofónico I e II”, “Palavras e Música”, “Cascando”, de Samuel Beckett, encenadas por João Lagarto. Traduziu também nesse ano a peça “Aquele Que Vem Fazer o Luto” de Wallace Shawn, encenada por Álvaro Correia na Comuna – Teatro de Pesquisa.
Em 2002 a editora Campo das Letras publicou a sua peça "O Vento que Vem", no volume Cinco Peças Breves.
Realizou com Francisco Villa-Lobos o documentário “Ouguela” (1994).
Realizou adaptações para televisão das peças “No Fotógrafo” de Karl Valentim e “Três Noites sem Dormir”, de Caryl Churchill, cujos textos também traduziu, e que foram exibidas na RTP 2(1998).
Realizou a curta-metragem "Chuva"(1999), seleccionada para o Festival de Veneza de 1999, na secção Corto Cortissimo, tendo depois disso participado em vários festivais internacionais de cinema. Venceu o Prémio de Melhor Curta-metragem da edição de 2000 do Festival Internacional de Cinema da Figueira da Foz. Estreou no Cinema S.Jorge em 2003.
Realizou a longa-metragem "Antes que o tempo mude" (2003), estreada em Novembro de 2003 no Festival Internacional de Cinema Jovem de Turim, tendo depois disso estado presente em vários festivais internacionais de cinema. Ganhou o prémio Fipresci no Festival Internacional de Cine Independiente de Buenos Aires, e o Prémio Especial do Juri e o Prémio Revelação no Festival Luso-Brasileiro de Cinema de Santa Maria da Feira. Estreou comercialmente no cinema Quarteto a 14 de Abril de 2005.
(Este texto não foi escrito ao abrigo do novo Acordo Ortográfico) |