Perdidos e Achados

Exposição
Trabalhos dos Alunos do Curso de Teatro – Ramo Design de Cena
Espaço Polivalente – Foyer | ESTC
26 de junho a 15 de outubro
Entrada Livre

Perdidos e Achados integra trabalhos realizados pelos alunos da Licenciatura em teatro – ramo design de Cena, nas unidades curriculares Design de cena II e V, Tecnologia I e II, Tecnologia V – Formas Animadas e no seminário de Maquilhagem e Caracterização e do Mestrado em Teatro – especialização Design de Cena, na unidade curricular Projecto de desenho de Espaço Cénico.

Docentes do Departamento de Teatro:
João Calixto, Marta Cordeiro, Mariana Sá Nogueira, Rita Pico, Teresa Mota, Sérgio Loureiro, Stéphane Alberto

Trabalhos dos alunos:
LICENCIATURA | Ana Filipa Potier e Paz, Andreia Catarina Barata Adrião, Andreia Sofia Correia Rodrigues, Beatriz Gouveia Jerónimo, Catarina Lopo Martins, Catarina Maria Costa Fernandes, Diana Pereira Guerra, Francisco Cruz Oliveira Ataíde Sampaio, Inês Sofia Reis Correia, Jade Luiza Cruz Freire, Joana Morais Martins, Jorge Alexandre Correia Teles Carvalhal, Madalena Pinheiro Pirinhas Benard Garcia, Mafalda Alexandra Almeida dos Santos, Maria Inês Guedes Dinis, Maria Inês Machado de Andrade, Maria Inês Peres dos Santos, Mariana Dias da Cunha Ribeiro, Rodrigo Caetano Pereira, Ana de la Cuadra (Erasmus)

MESTRADO | Lisandra Raquel Teixeira Caires

Partilhar

MALDITO SEJA O HOMEM QUE CONFIA NO HOMEM – Espetáculo Final 3.º Ano

Espetáculo dos Alunos Finalistas da Licenciatura em Teatro
Teatro da Trindade Inatel | Sala Carmen Dolores
28 a 30 de junho
sex/sab – 21h00 | dom – 16h30
M/16
Entrada Livre – Limitada aos lugares existentes
Reservas – Tel: 213 420 000 | E-mail: bilheteira.trindade@inatel.pt

Sinopse

Este é um espetáculo escrito a partir de textos de Angélica Liddell, textos de Susana Vidal e fragmentos de filmes de Terence Malick, músicas e imagens roubadas.
Tudo acontece durante três anos nos quais as personagens estão perdidas numa paisagem de neve, onde a devastação do bosque deixa uma paisagem desolada e plana. Os animais mortos e o sangue nos pés fazem uma cartografia para traçar um novo caminho. O inferno e a guerra são construídos numa procura da salvação. Os corpos que se desfazem ao longo do percurso, quanto mais falam mais desfazer-se-ão.
O amor como celebração de vida.

MALDITO SEJA O HOMEM QUE CONFIA NO HOMEM

Estou-me a habituar à tristeza, estou a habituar-me a dor, a desilusão permanente. Parece que a felicidade não quer ficar do meu lado, exijo dos outros humanidade e verdade, amar é uma coisa simples, amar ou não amar, será que só posso estar só? Será que o amor é só um momento no meio da guerra? Ninguém ama a ninguém. Ninguém morre de amor. Deveria morrer só um bocadinho cada dia, com esse morrer diário ficarei mais forte. Devo fazer uma guerra para sobreviver a desilusão. A desconfiança é o único alicerce.
Só fizemos esta guerra para estar vivos. inventamos o amor para sentir-nos mortos. Como será a próxima guerra?
Dizia-me a mim mesma: com amor o mal desaparece, com o belo todo ficará melhor. Nada melhor que os contos de fadas para aprender o que é o mal. Como continuarei a ser eu com tanta dor?
Somos só homens que matam a outros homens. E nada mais.
Quando fico assim de triste, fico em silêncio. Desapareço em silêncio. Nunca mais vou pedir
amor. Nunca mais vou pedir-te amor.
Dizem que há uma mulher que abraça as pessoas. E que fizeram vocês a minha bondade? E que fizeram a minha bondade?
Bateram-me durante 3 anos. A dor durou três anos. Talvez quatro.

Susana Vidal


Ficha Técnica e Artística

Texto Original: Angélica Liddell
Tradução e Adaptação: Susana Vidal
Encenação: Susana Vidal
Interpretação (alunos de teatro – ramo de actores): André Simões, Beatriz Almeida, Carolina Cunha e Costa, Catarina Vicente, Daniela Tavares, Dara Santos, Francisca Neves, Jeffreson Oliveira, Klára Pertlová, Kleia Piquer Kubbells, Liliana Dias, Pedro Moldão Martins, Rita Califórnia, Rodrigo Garcia, Teresa Flórido e Teresa Moreira
Design de Cena (alunos de teatro – ramo Design de Cena): Abel Bonte, Alba Dupuy Echevarria e Ana de la Cuadra
Produção (alunos de teatro – ramo Produção): Ana Pestana, André Lima Nicolau, Andreia Mayer e Gonçalo Morais
Desenho de Luz (aluno de teatro – ramo de produção): Gonçalo Morais
Operação de Luz (aluno de teatro – ramo de produção): Andreia Mayer
Operação de Som (aluno de teatro – ramo de produção): Ana Pestana
Coordenação de Design de Cena: João Calixto, José Espada, Mariana Sá Nogueira e Marta Cordeiro
Coordenação de Produção: Andreia Carneiro, Conceição Mendes e Miguel Cruz
Gabinete de Produção da ESTC: Conceição Costa e Rute Reis
Gabinete de Comunicação e Imagem da ESTC: Roger Madureira
Fotografias de cena e cartaz: Alípio Padilha

Agradecimentos

Com o apoio: Teatro Nacional D. Maria II, Teatro Nacional São Carlos

 

Partilhar

O FUCK. (BR)EXIT – Espetáculo Final – 3.º Ano

Espetáculo dos Alunos Finalistas da Licenciatura em Teatro
São Luiz – Teatro Municipal | Sala Bernardo Sassetti
19 a 22 de junho | 18h30
M/16
Entrada Livre

SINOPSE 

Por muito que se queria, é difícil não ver o mundo onde se vive, é difícil viver no mundo sem o ver. Por mais que se tente, de momento, não nos é possível querer pegar no Shakespeare sem pegar no Brexit, fazem contrapeso um do outro na balança da história da poética politica ocidental. Se o Shakespeare fosse vivo seria especialista em memes, faria trolling ao Trump no Twitter e seria, com certeza, um slam poet danado.

O mundo vai ardendo, o mundo está a arder.

O que é que se deseja quando o mundo está a arder? Deseja-se que chova, deseja-se água. A agua não isola as ilhas, a água é passadeira para aproximar. Quem ama, nada.

É brit, é pop, é punk, é funk, é uma garden party, porque estamos num jardim. De Inverno.

Ficha Técnica e Artística

Texto Original e Direção: Sónia Baptista
Alunos do Ramo de Atores: Alice Ruiz, Ana Patrícia Silva, Bruno Soares, Clara Cunha Reis, Cláudia Guia, Duarte Amaral, Ivan Alvarez, João Nunes Monteiro, Joana Pialgata, Marta Lontrão, Miguel Jerónimo, O Gajo das Barbas, Rafael Fragoso e Sara Baptista
Alunos do Ramo de Design de Cena: Abel Bonte, Alba Dupuy Echevarria e Ana de la Cuadra
Alunos do Ramo de Produção: Ana Pestana, André Lima Nicolau, Andreia Mayer e Gonçalo Morais
Operação de Som: André Lima Nicolau

Equipa Pedagógica ESTC

Coordenação de Design de Cena: João Calixto, José Espada, Mariana Sá Nogueira e Marta Cordeiro
Coordenação de Produção: Andreia Carneiro, Conceição Mendes e Miguel Cruz
Apoio Vocal: Maria Repas

Partilhar

EDDIE – Espetáculo Final – 3.º Ano

Espetáculo Final – Licenciatura em Teatro
Teatro da Comuna| Sala Novas Tendências
9,10,12 e 13 de julho | 21h30
M/16
Entrada Livre
Reserva Obrigatória no Gab. de Produção do Dept.º de Teatro | gab.producao.teatro@estc.ipl.pt

 

Criação coletiva a partir de textos de Jenny Schwartz, Fernando Pessoa, Luigi Pirandello, Charlie Kaufman, Valère Novarina, Jena Genet e Herman Melville, de pinturas a fotografias de Diego Velásquez a David Wojnarowicz.

 

“( … ) Há uma coisa que constantemente / me aparece em sonhos/ e que não posso relacionar com coisa alguma/ que me houvesse sucedido./ É uma memória de uma viagem estranha/ sobre uma ponte altíssima/ que parece dominar toda a terra. (…)”
PESSOA, Fernando, FAUSTO, 1952, Lisboa: Teresa Sobral Cunha, Relógio D’Água Editores, 1994.

No abismo entre a inércia e a sobrevivência, na necessidade de caminhar e de encontrar pela possibilidade de não sair do mesmo lugar, Eddie percorre uma viagem, qualquer uma: por locais, por encontros, por pensamentos, sem pensar onde acaba. A ação cénica desenvolver-se-á em volta da narrativa deste homem construído e inspirado na imagética e nos acontecimentos da personagem Ted de “A Orelha de Deus” de Jenny Schwartz, Caden de “Synecdoche, New York” de Charlie Kaufman, da calma de David Wojnarowicz em “A Fire in My Belly”, a impulsos de criação musical partindo de sonoridades do sample. Jazz, Hip-Hop e Techno. Através de uma coreografia construída a partir de quadros replicados em figura humana, os intérpretes dão forma a cada uma das cenas, distribuídas em cinco atos. Com o silêncio como parte do som, procuramos a construção sonora e de imagem por equilíbrio à palavra que não sabemos quando, nem como será ouvida. Evitando meta-teatralidade, discussão teatral e gramática pré-moderna, procuramos inspiração em possíveis conceitos de Absurdo, non-sense, Narrativa e Teatro. Este espetáculo começa na consciência da ausência da necessidade de expressão, no seu paradoxo criativo.


 

Ficha Técnica

Colagem de texto a partir de: Jenny Swartz, Valère Novarina, Simon Stephens, Jean Genet, Luigi Pirandello, Fernando Pessoa, São Lucas, Herman Melville, Charlie Kauffman e Jorge Pelicano.
Adaptação, encenação e interpretação: Alexandre Fernandes, André Cruz Marques, Larisa Tovmasyan, Marta Neto, Pedro Russo, Rafael Costa
Cenário: Maria Inês Santos
Cartaz: Rui Martins
Desenho de luz: Coletivo/ Miguel Cruz / Gonçalo Morais
Tutor: Francisco Salgado
Agradecimentos: Escola Superior de Teatro e Cinema, Gonçalo Morais, Hugo Reis, Ruy de Carvalho, Teatro Experimental de Cascais, Telma Fernandes, Verónica Silvério.

 

Partilhar

Homero – Espetáculo Final – 3.º Ano

 

Espetáculo Final da Licenciatura em Teatro
CAL | Primeiros Sintomas
27 a 30 de junho | 21h30
M/12
Entrada Livre

 

Homero é um grito.
Homero não tem corpo.
Homero é um lugar.

É um espetáculo que reflete sobre o pensamento, a sua vulnerabilidade e a sua força, com uma urgência onde as palavras se reduzem a sons e os silêncios em palavras interrompidas.

Aqui estão estas três mulheres, a tentar habitar num espaço que não existe, num lugar que constantemente se perde ou que nunca foi encontrado. Num lugar onde as palavras se apartam do próprio corpo por meio de uma repetição exaustiva de perguntas que nos ultrapassam.

Será este o lugar onde habitam todas as personagens alguma vez escritas?

Será este o lugar onde Hamlet e Penélope bebem chá? Onde Ajax e Hedda Gabler se envolvem ou onde A Mãe de Brecht e Antígona de Sófocles preparam a próxima revolução?

Há palavras e ideias que estão para além dos limites da linguagem, diz Wittgenstein.

Como dizê-las?

 

Ficha Técnica

Texto: Dimítris  Dimitriádis
Tradução: José António Costa Ideia
Conceção e interpretação: Beatriz Costa, Diana Lara, Rita Monteiro
Produção: Carolina Elvira
Cenografia e figurinos: Francisco Sampaio, Jade Freire
Desenho de Luz: Janaina Gonçalves
Fotografia: Luísa Magrinho
Orientação: Maria Duarte

Partilhar

8ª Semana Internacional do IPL

Integrado na 8:ª Semana Internacional do IPL irá realizar-se, no dia 8 de maio, entre as 14h30 e as 16h00, no Pequeno Auditório, o Seminário Artistic Entrepreneurship, com a participação do Professor Andrius Juskys, da Vilnius College of Applied Sciences, do Professor Luis Ferrández, da Universidad Francisco Vitória e do Professor David Antunes, Presidente da ESTC.

Convida-se toda a comunidade Académica a participar neste evento.

Partilhar

Três Documentários

Panteão Nacional
18 de abril a 5 de maio | 10h00 às 18h00

Esta pequena mostra dá a conhecer três filmes, realizados pelos alunos do Departamento de Cinema da Escola Superior de Teatro e Cinema, no âmbito do seminário de produção de filmes dedicado ao documentário.

Trata-se de três curtas-metragens com abordagens muito diferenciadas, mas que apontam para um tema comum relacionado com a educação da criança.

Nestes filmes temos a oportunidade de observar momentos da vida das jovens ciganas, dos mais pequenos que terminam a primária e das crianças que se dedicam ao rugby.

Revelam-nos a fragilidade e a força destas personagens e demostram-nos o peso determinante que o contexto tem no seu desenvolvimento e educação.

Pretendemos com estes filmes mostrar o vigor criativo dos nossos jovens alunos e, ao mesmo tempo, junto da sua última morada, homenagear o grande pedagogo João de Deus, figura incontornável da nossa história que se dedicou, justamente, ao contexto e ao método de ensino dos mais novos.

Partilhar