Três Documentários

Panteão Nacional
18 de abril a 5 de maio | 10h00 às 18h00

Esta pequena mostra dá a conhecer três filmes, realizados pelos alunos do Departamento de Cinema da Escola Superior de Teatro e Cinema, no âmbito do seminário de produção de filmes dedicado ao documentário.

Trata-se de três curtas-metragens com abordagens muito diferenciadas, mas que apontam para um tema comum relacionado com a educação da criança.

Nestes filmes temos a oportunidade de observar momentos da vida das jovens ciganas, dos mais pequenos que terminam a primária e das crianças que se dedicam ao rugby.

Revelam-nos a fragilidade e a força destas personagens e demostram-nos o peso determinante que o contexto tem no seu desenvolvimento e educação.

Pretendemos com estes filmes mostrar o vigor criativo dos nossos jovens alunos e, ao mesmo tempo, junto da sua última morada, homenagear o grande pedagogo João de Deus, figura incontornável da nossa história que se dedicou, justamente, ao contexto e ao método de ensino dos mais novos.

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ADINA BAR-ON

Dia 11 de abril | 14h30 | Pequeno Auditório

Adina Bar-On é considerada a primeira artista a fazer performance em Israel. As suas primeiras performances, além de serem pioneiras, não passam despercebidas e não acontecem sem criar controvérsia. O seu trabalho é inusitadamente complexo e de alguma forma subtil, muitos dos enunciados autorais apontam para a resolução de conflitos psíquicos e simbólicos através da arte, usa três factores na performance, a presença e o movimento, a instalação e a voz. As suas performances consistem na presença forte e tangível do corpo humano e de expressão vocal, aproxima-se à dança contemporânea e técnicas sonoras experimentais.

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Café Concerto 2019

4 de ABRIL | 15h30
GRANDE AUDITÓRIO

Alunos do 3.º Ano da licenciatura em Teatro

 

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Aula Aberta

Sessão/conversa entre João Maria Mendes, ex-presidente e professor da ESTC, e o realizador do filme o filme A Fábrica de Nada, Pedro Pinho, aberta a toda a comunidade escolar.

Local: Sala de Visionamento “António Reis” [ESTC]
Data: 29/março
Horário: entre as 14h00 e as 17h00
Entrada Livre

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Exposição

Magnólia – A Pele de Vera Castro
por ocasião das comemorações do Dia Mundial do Teatro

Curadoria: Paulo Morais-Alexandre e Luísa Marques
Colaboração: Sérgio Loureiro

27 / março | Espaço Polivalente da ESTC (foyer)
17h30 – Leitura da Mensagem do Dia Mundial do Teatro 2019
17h45 – Alunos do 3.º Ano da Lic. em Teatro (Ramo Atores) à capela | direção: Professora Maria Repas
18h00 – Homenagem a Vera Castro
18h30 – Porto de Honra

Exposição patente até 11 / maio

 

“[…] O figurino é tudo aquilo que é criado sobre o corpo de um intérprete, o que o tapa ou destapa, o maquilha, calça ou penteia, para que de actor, cantor ou bailarino, passe a ser uma personagem na cumplicidade partilhada da sua definição.

O figurino é capaz de nos informar sobre o estado de alma, o carácter, o nível social, o lugar, a época, ou se uma personagem opera a nível simbólico, os valores que transporta, como alegoria ou metáfora.

Ele é inseparável do corpo do intérprete. […]”

in O papel da segunda pele de Vera Castro, Babel, 2010, p. 13.

 

BREVE BIOGRAFIA

“Vera Castro (1946-2010) nasceu em Luanda. Estudou gravura e pintura, em Lisboa, tendo estagiado, em Paris, na área do desenho gráfico para tecidos. Ingressou no ensino em 1970. A partir de 1991, é requisitada ao Ministério da Educação para fazer parte da renovação científico-artística do Departamento de Teatro da Escola Superior de Teatro e Cinema. Aposentou-se, em 2007, por ter atingido o tempo de serviço completo. Faleceu em Lisboa.”

in O papel da segunda pele de Vera Castro, Babel, 2010.

 

 

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Aventuras do Brigadeiro Gerard

Exposição | 6 a 23 de março | Espaço Polivalente (foyer)
Autor: Daniel Silvestre
Apoio:
FCT | Biblioteca FCT UNL | UMINHO/Serviço de Documentação


SOBRE A EXPOSIÇÃO

À volta de 1893, durante o hesitante final da série literária com Sherlock Holmes, Arthur Conan Doyle (1859-1930) começou a delinear um novo personagem – o oficial de cavalaria das tropas napoleónicas, Brigadeiro Etienne Gerard. Vaidoso, tonto, com a bravura de um inconsciente e os inesgotáveis recursos de quem tem uma cega vontade de glória, Gerard é um herói cómico que permitiu a Conan Doyle parodiar a visão estereotipada dos ingleses sobre os franceses, bem como mostrar as atitudes e os hábitos ingleses a partir do desconcertante ponto de vista de Gerard.

Embora escrevesse a partir de Inglaterra, o escritor documentou-se muitas vezes em relatos de soldados que participaram nos conflitos que estas aventuras têm como fundo. Os contos que compõem esta série foram originalmente publicados em The Strand Magazine entre 1894 e 1903, e foram mais tarde coligidos em dois volumes: The Exploits of Brigadier Gerard (1896) e The Adventures of Brigadier Gerard (1903). Muitos anos depois das Guerras Napoleónicas, com “setenta Janeiros a resfriarem-me o sangue”, o veterano Gerard relata as suas façanhas numa taberna de Paris junto de quem quer que ali pare para o ouvir. O palco destas narrativas situa-se nas diversas frentes de batalha de uma Europa transtornada pela guerra, onde é enviado em missões que raramente consegue completar. No entanto, a elevada auto-estima que Conan Doyle investiu na figura de Gerard, fazem dele um narrador nem sempre muito fiável. Desconfiamos das suas descrições enfatuadas e acabamos por nos aperceber de que as razões que levam os seus superiores a escolherem-no para missões perigosas não são tão nobres quanto as que acalenta Gerard.

A intenção de publicar estes dois contos por mim ilustrados é uma iniciativa da Câmara Municipal de Torres Vedras, como forma de sublinhar o vínculo entre o município e o legado histórico que as Linhas de Torres Vedras deixaram no contexto das Invasões Francesas. “O Crime do Brigadeiro” (no original: How the Brigadier Slew the Fox) passa-se na zona de Torres Vedras e conta como o General André Masséna bajulou as qualidades de Gerard para que fizesse uma missão de reconhecimento para lá das linhas defensivas que protegiam a península de Lisboa. Pela calada da noite, Gerard é avistado pelo inimigo, perde o seu próprio cavalo, anda de esconderijo em esconderijo atrás de moitas e por vinhas fora, rouba um cavalo inglês de caça à raposa, e acaba por ultrapassar os ingleses no seu próprio jogo, cortando heroicamente uma pobre raposa em duas partes.

O conto “Como o Brigadeiro salvou o exército” (no original: How the Brigadier saved the Army) é um dos raros exemplos na série em que o Brigadeiro consegue completar uma missão. Após seis meses de pressão sobre as Linhas de Torres Vedras, o exército francês está desmoralizado e prepara a sua retirada de território nacional. O General Masséna confia ao Brigadeiro a missão que irá avisar um outro segmento isolado do exército sobre esta retirada. Vaidoso com a importância da sua missão e, por conseguinte, da sua pessoa, Gerard percorre 10 milhas a pé, esconde-se num barril de vinho, rebola dentro dele por uma ravina abaixo, cai nas mãos do vilão português “Manuelo, o Sorridente” mas acaba por triunfar devido à sua argúcia.

Na ilustração destes dois contos, segui uma abordagem que se apropria de algumas das características das imagens do tempo do jovem Gerard – a referência ao desenho de caricatura que andava pelos jornais humorísticos que circulavam em França no início do século XIX; o uso de linhas paralelas e traço cruzado tão característico da linguagem visual da gravura, linguagem mais ou menos inevitável para quem quer que fizesse imagens reprodutíveis nesse tempo; a conversa com Masséna em banda desenhada com ponto de vista e enquadramento fixos, ainda assente no paradigma do teatro, antes da era do cinema; o uso de frontispícios e separadores ilustrados, bem como a inclusão do trecho de texto a que a ilustração se refere, são ainda outras das particularidades que encontramos na edição de livros da época. Este tipo de mimetismo histórico não pretende em momento algum o louvor de tempos idos na história da ilustração, nem tão pouco o louvor de outros valores associados ao tempo a que se refere. A inclinação por este tipo de desenho começou há alguns anos atrás e começou por ser formal e expressiva, ainda antes de saber que ao adotar estes processos gráficos dialogava com uma tradição. Ao ilustrar as Aventuras do Brigadeiro Gerard tive a oportunidade de olhar mais atentamente tanto processos técnicos como o próprio humor do século XIX, para a partir daí estabelecer um jogo que resulta em ilustrações que são inevitavelmente do nosso tempo. Da parte do leitor, espero que possa ter uma experiência de leitura um pouco mais informada sobre a cultura visual desse tempo em que o jovem Gerard tinha sangue na guelra.

Daniel Silvestre

 

SOBRE O AUTOR
Daniel Silvestre é docente convidado na Escola de Arquitetura da Universidade do Minho (EAUM) e na Escola de Design do Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA), em Barcelos. Exerce atividade de Ilustrador editorial desde 2006.

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John Romão / BoCA

Quintas Blast!
Dia 7 de março | 14h30 | Pequeno Auditório

 

Encenador, actor e programador, John Romão (1984), antigo aluno da ESTC, tem desenvolvido um trabalho no campo do teatro contemporâneo e nos cruzamentos disciplinares. Vem à ESTC falar da sua experiência e sobre a BoCABiennial of Contemporary Arts, do qual é o director artístico e programador desde 2015.

 

 

 

 

A BoCA – Biennial of Contemporary Arts é uma bienal de artes contemporâneas que tem lugar nas cidades de Lisboa e Porto, com expansão das suas atividades a outras cidades portuguesas e estrangeiras. A segunda edição da BoCA decorre entre 15 de março e 30 de abril de 2019, simultaneamente, nas cidades de Lisboa, Porto e Braga.

A bienal está de regresso e ainda mais comprometida em reforçar o seu carácter de transversalidade promovendo a sinergia entre territórios artísticos, entre instituições culturais, entre públicos e entre cidades.

Depois da estreia em 2017, a Bienal de Artes Contemporâneas tem já datas marcadas em 2019: de 15 de Março a 30 de Abril. Nesta 2ª edição, às cidades de Lisboa e do Porto junta-se Braga, como cidade convidada, num gesto que propõe a descentralização da oferta cultural através da expansão da representatividade e visibilidade dos artistas e dos seus projectos a nível local, nacional e internacional.

Teatros, museus, galerias, discotecas e outros espaços culturais das três cidades vão receber maioritariamente projectos em estreia mundial e nacional. Vai ser possível descobrir novas perspectivas de estéticas e linguagens, tanto de artistas que se lançam a novos contextos de criação e de apresentação, como de artistas que dão a conhecer o seu trabalho pela primeira vez em Portugal.

 

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Quintas Blast!

Dia 28 de fevereiro | 14h30.
Pequeno Auditório

João Fiadeiro e Romain Bigé apresentam a Exposição “Steve Paxton: Drafting Interior Techniques” em sessão aberta a todos os estudantes, pesquisadores e colaboradores da ESTC.

Falam sobre cada um dos “estudos” de Paxton, contextualizando o seu percurso em relação aos seus pares (Trisha Brown, Yvonne Rainer ou Simone Forti) e referências (Cage, Rauschenberg ou Cunningham).

Uma tarde para que estudantes e pesquisadores que estão a lidar com práticas de colaboração, improvisação e composição no teatro e na dança tenham acesso a um dos pensadores-improvisadores mais influentes e originais da dança contemporânea.

Sobre a exposição

A exposição está dividida em 8 “estudos”: um estudo sobre os movimentos pedestres (Judson); um estudo sobre a anarquia (Grand Union); um estudo sobre o contacto (Contact Improvisation); um estudo sobre a gravidade (a partir do livro Gravity); um estudo sobre o silêncio (Small Dance /influência Cage), um estudo sobre o movimento (Material for the Spine); um estudo sobre o solo (Goldberg Variation e outros solos); um estudo sobre a relação (Lisa Nelson, ecologia e a sua quinta em Vermont).

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À Feira

PALÁCIO FOZ | 4 fevereiro 2019 | 18h00

COM: Aires Cardoso, Angelina Fonseca, Joaquim Rodrigues, José de
Pina, Maria do Carmo Ribeiro, Maria Emília das Neves, Maria Isabel
Raposo, Maria de Lourdes Santos, Maria Luísa Sousa,
Marilda Tavares e Olinda Domingos

ENCENAÇÃO: Mouzinho Arsénio (GRUPO AURPID DAMAIA)

|| ENTRADA LIVRE ||

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VI Mostra de Cinema ESTC

A ESTC tem tido uma especial preocupação nas relações com o exterior, privilegiando a comunidade onde está inserida. Assim, é um prazer e um privilégio poder apresentar pelo sexto ano consecutivo, na sala dos Recreios da Amadora, espaço de relevo incontornável na difusão cultural local, alguns dos nossos trabalhos numa na VI Mostra de Cinema ESTC 2019, com filmes escritos, produzidos e realizados por alunos do curso de Cinema, no ano letivo de 2017/2018, muitos deles filmados nesta cidade. São múltiplos os prémios e as seleções obtidas nos mais variados festivais de cinema nacionais e internacionais que deram visibilidade às obras cinematográficas programadas neste Ciclo.

O Ciclo é composto por 27 curtas-metragens, 21 filmes de ficção e 6 documentários, apresentados em 6 sessões.

Convidamos toda a comunidade para assistir à produção de cinema da ESTC e comprovar a vitalidade e criatividade dos nossos estudantes.

Programa

26 fevereiro – 15h30

Artur e Maria | Ficção | 5’28” | 2018 | M/12 | 1º ano
Direção de Produção: Francisco Pires
Argumento: João Sarantopoulos
Realização: Mara Boyce

Carmélia | Ficção | 5’07” | 2018 | M/12 | 1º ano
Direção de Produção: Inês Pinto
Argumento: Joana Arez
Realização: Daniel Manesse

Encontrei-te | Ficção | 9’43” | 2018 | M/12 | 1º ano
Direção de Produção: Joana Arez
Argumento: Daniel Manesse
Realização: Rodrigo Pedro

Contra-Peso | Ficção | 13’07”| 2018| M/12 – 2º ano
Direção de Produção: Carolina Almeida
Argumento: Daniela Manaças
Realização: Leonor Pereira

Conde | Documentário | 14’05” | 2018 | M/12 | 2º ano
Direção de Produção: Francisca Niny de Castro
Argumento: Gabriel Margarido Pais
Realização: João Sanchez

 

27 fevereiro – 15h30

Um Oásis | Ficção | 5’15” | 2018 | M/12 | 1º ano
Direção de Produção: Mariana Almeida
Argumento: Diogo Santos e Diogo Almeida
Realização: Alexandra Barbosa

Ermo | Ficção | 6’16” | 2018 | M/12 | 1º ano
Direção de Produção: Ana Carolina e Marta Beja
Argumento: Leonardo Miranda
Realização: Mário Veloso

Primavera | Ficção | 10’41” | 2018 | M/12 | 1º ano
Direção de Produção: Mara Boyce
Argumento: Francisco Pires
Realização: João Sarantopoulos

Estado Febril | Ficção | 15’06” | 2018 | M/12 | 2º ano
Direção de Produção: Pedro Campelo
Argumento: Duarte Nery
Realização: Nuno do Lago

Olympo  | Documentário | 15’06” | 2018 | M/12 | 2º ano|
Direção de Produção: Tomás Alemão
Argumento: Maria Vieira
Realização: Tatiana Pereira

 

28 fevereiro – 15h30

Jaula | Ficção | 5’12” | 2018 | M/12 | 1º ano
Direção de Produção: Henrique Fialho
Argumento: Tomás Ferreira
Realização: Luís Matos

Quebra-Ossos | Ficção | 10’45” | 2018 | M/12 | 1º ano
Direção de Produção: João Nunes
Argumento: Mário de Oliveira
Realização: Catarina Campos de Sousa

Real Companhia dos Animais | Documentário | 13’09” | 2018 | M/12 | 2º ano
Direção de Produção: Pedro Campelo
Argumento: Bárbara Mau
Realização: Ana Marques

Movimento Perpétuo | Ficção | 14’50” | 2018 | M/12 | 3º ano
Direção de Produção: Daniel Tavares
Argumento: Miguel Branquinho
Realização: Tiago Amorim

 

28 fevereiro – 21h15

O Limite do Carvão | Ficção | 5’02” | 2018 | M/12 | 1º ano
Direção de Produção: Miguel Aido
Argumento: Lara Varela
Realização: João Gomes

Roteiro das Almas | Documentário | 15’23” | 2018 | M/12 | 2º ano
Direção de Produção: Tiago Ferreira
Argumento: Bernardo Rapazote
Realização: Afonso Rapazote

Sol | Documentário | 15’12” | 2018 | M/12 | 2º ano
Direção de Produção: Mariana Dionísio
Argumento: Alexandra Ribeiro
Realização: Carolina Caramujo

Irene | Ficção | 16’21” | 2018 | M/12 | 3º ano
Direção de Produção: Luís Magina
Argumento: Rafael Afonso
Realização: João Martinho

 

1 março – 15h30

Os Princípios do Jogo | Ficção | 5’39” | 2018 | M/12 | 1º ano
Direção de Produção: Henrique Varanda
Argumento: Pedro Serafim
Realização: Pedro Teixeira

À Deriva | Ficção | 9’20” | 2018 | M/12 | 1º ano
Direção de Produção: Emanuella Santos
Argumento: Mariana Morais
Realização: Carolina Lecoq

Farpado | Ficção | 6’25” | 2018 | M/12 | 1º ano
Direção de Produção: Rodrigo Pedro
Argumento: Pedro Maia
Realização: Luís Alonso

Retrato | Ficção | 10’41” | 2018 | M/12 | 1º ano
Direção de Produção: Alexandra Barbosa
Argumento: Pedro Teixeira
Realização: Marianne Harlé

Verniz | Ficção – 10’41” | 2018 | M/12 | 3º ano
Direção de Produção: Rui Ferreira
Argumento: Bruno Teixeira
Realização: Clara Jost

 

1 março – 21h15

Raízes | Ficção | 4’22” | 2018 | M/12 | 1º ano
Direção de Produção: Bruno Oliveira
Argumento: David Mafra
Realização: Maria Santiago

Visceral | Ficção | 5’26” | 2018 | M/12 | 1º ano
Direção de Produção: Maria Patrão
Argumento: Catarina Campos de Sousa
Realização: João Nunes

Ensaio | Documentário | 14’17” | 2018 | M/12 | 2º ano
Direção de Produção: Benedita Matalonga
Argumento: Daniela Manaças
Realização: Mariana Santana

Berço | Ficção | 21’24” | 2018 | M/12 | 3º ano
Direção de Produção: Luís Magina
Argumento: Érica Seidi
Realização: Inês Luís

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