Exposição Cenográfica “Modos de Ver” no Panteão Nacional

EXPOSIÇÃO QUE APRESENTA TRABALHOS REALIZADOS PELOS ALUNOS DA LICENCIATURA EM TEATRO

– RAMO DESIGN DE CENA  – DA ESCOLA SUPERIOR DE TEATRO E CINEMA DO INSTITUTO POLITÉNICO DE LISBOA.

de 25 de Setembro até 25 de Outubro

 

No âmbito de desenvolvimento da criatividade para a elaboração de formas que interagem plasticamente num espaço, refletem sobre uma situação, revelam propostas que convidam e promovem o cruzamento de conhecimentos e a partilha de experiências formativas e de pesquisa em torno da cena (Scaena), com o objetivo de comunicar ideias, em constante mediação com e para os outros.
Da cooperação entre as instituições que promovem este encontro com as áreas de cenografia, figurinos, maquilhagem e caraterização, arte performativa, entre outras, tendo em conta a teatralidade inerente ao espaço arquitetónico do Panteão Nacional, surge esta instalação de ideias e ações resultantes de diversos percursos de expressão artística, num diálogo participativo entre as peças em exposição, a interpretação criativa e o “modo de ver” do público.
John Berger, crítico de arte, em Modos de Ver refere que “a relação entre o que vemos e o que conhecemos nunca está estabelecida de uma vez por todas.” (2018:17)
Nesta forma peculiar que cada um tem de olhar algo, fica o convite dos alunos do ramo de Design de Cena para participarem na exposição, neste caso, no Panteão Nacional, onde cada peça criada e produzida – figurinos, adereços, cenários, etc. -, envolve a conceção de ideias, a construção formal inerente à relação de matérias e técnicas, a interpretação singular na composição de cada intenção cénica, espaço e contexto onde ocorre.

 

 

 

 

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Três filmes ESTC em exibição no Panteão Nacional

de 25 de setembro a 25 de outubro

Os filmes apresentados foram produzidos e realizados pelos alunos do departamento de cinema da Escola Superior de Teatro e Cinema do Instituto Politécnico de Lisboa.
Trata-se de uma pequena mostra dedicada à cidade de Lisboa: três curtas-metragens, dois documentários e uma ficção produzidos em diferentes datas, mas com uma temática comum – um olhar sobre zonas populares desta cidade. Apresentamos duas curtas-metragens de documentário que são observações participadas de duas jovens realizadoras – uma sobre a Feira da Ladra, outra dedicada ao Fado de Alfama, ambos os filmes em locais vizinhos e relacionados com o Panteão Nacional. Poderão ver também uma comédia, deliciosa homenagem ao cinema mudo de Chaplin, que tem lugar no Chiado entre duas personagens históricas do nosso país: Fernando Pessoa e Camões.
Lisboa é um tema muito querido entre os alunos da Escola de Cinema que lhe dedicam o olhar sempre curioso da juventude. Vindos muitas vezes de outras partes do país acrescentam-lhe a frescura de quem parece ver tudo pela primeira vez.

 

ALFAMA É DAS CANTADEIRAS | ALFAMA BELONGS TO THE SINGERS
Documentário | Documentary
Realização: Alexandra Barbosa | Direction Alexandra Barbosa
Direção de produção: Inês Pinto | Production manager Inês Pinto
Argumento: Tomás Ferreira | Screenwriting Tomás Ferreira
Cor 12’46” | Colour 12’46”
Ano de produção 2019 | Release date 2019
Sinopse | A realizadora, Alexandra Barbosa, regressa ao bairro de Alfama para se voltar a ligar com o fado e espírito bairrista que conhecera num verão anterior ao trabalhar numa casa de fado. Synopsis | The director, Alexandra Barbosa, returns to the neighbourhood of Alfama to reconnect with the spirit of its people and the fado music she had met last summer while working at a fado house.

 

 

AS COISAS DOS OUTROS | OTHER PEOPLE’S AFFAIRS
Documentário | Documentary
Realização Alexandra Côrte-Real de Almeida | Direction Alexandra Côrte-Real de Almeida
Direção de produção Mariana Guarda | Production manager Mariana Guarda
Argumento Flávio Gonçalves | Screenwriting Flávio Gonçalves
Cor 16’04” | Colour 16’04”
Ano de produção 2012 | Release date 2012
Sinopse | Na Feira da Ladra, uma jovem rapariga, Alexandra, procura saber por que motivo os vendedores se despojam dos seus objetos pessoais e o passado que eles encerram, e, como resultado da compra desses objetos, ela própria se tornará outra pessoa, que transporta todas aquelas histórias. Synopsis | At Feira da Ladra (the Lisbon Flea Market), a young girl, Alexandra, tries to find out why the sellers dispose of their personal objects with all the memories they contain. She will try to discover if those objects so full of stories can also change her.

 

 

O DIA DO DESASSOSSEGO / RESTLESS
Ficção | Fiction
Realização Ricardo Filipe Feio | Direction Ricardo Filipe Feio
Direção de produção Mário Gajo de Carvalho | Production manager Mário Gajo de Carvalho
Argumento Ricardo Filipe Feio | Screenwriting Ricardo Filipe Feio
Cor 10’ | Colour 10’
Ano de produção 2010 | Release date 2010
Sinopse | PESSOA, um homem-estátua da Baixa-Chiado tenta ser estátua perfeita e sobreviver a um dia de desassossego; Camões, os turistas chineses e as miúdas giras têm outra ideia em mente. Synopsis | PESSOA, a man-statue in the center of Lisbon tries to be a perfect statue and survive a day of restlessness; Camões, Chinese tourists and cute girls have other ideas in mind .

 

 

flyer:

 

 

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Criptobiose (a vida escondida) – Espetáculo dos alunos finalistas 2019/2020

Apesar das contingências provocadas pela pandemia mundial que abalou todas as estruturais escolares em 2020, alunos finalistas da Licenciatura em Teatro, José Brandão de Mello, Cláudio de Castro, Cristiana Lima, Flávia Lopes, Francisco Pereira de Almeida, Inês Cóias e Pedro Miguel Jorge apresentam

Criptobiose (a vida escondida)“, a partir de Antes do Degelo de Agustina Bessa-Luís.

Encenação de Maria Duarte, preparação vocal de Maria Repas Gonçalves e assistência de encenação por Bernardo Beja.

9 e 10 de Julho, às 11h30 no Estúdio de Teatro  João Mota da Escola Superior de Teatro e Cinema.

 

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Saiba mais sobre o Departamento de Cinema | Vídeos Q&A e Visita Guiada

Como conhecer a Escola Superior de Teatro e Cinema à distância e o seu Departamento de Cinema explicado pelo director do departamento, Luis Fonseca, e os docentes André Almeida, Iana Ferreira e Isabel Silva (profissionais de Montagem, Imagem e Produção, respectivamente) respondendo às dúvidas e comentários dos mais de 40 participantes que nos acompanharam no Dia Aberto 2020 (em reunião Zoom, 2 de junho) aqui disponível em vídeo para quem não teve possibilidade de acompanhar em directo

Ou através duma visita guiada ao espaços da escola pelo Professor João Milagre, no seguinte link:

Informação adicional sobre as candidaturas do ano lectivo 2020-2021:

 

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Publicação “DESCASCO AS IMAGENS E ENTREGO-AS NA BOCA” – Lições António Reis

Durante grande parte da sua vida, o cineasta e poeta António Reis (1927-1991) foi professor na «Escola de Cinema». Em Outubro de 2018, a Escola Superior de Teatro e Cinema (ESTC) organizou a homenagem «Lições António Reis».

Recentemente foi publicado o livro Descasco as imagens e entrego-as na boca — Lições António Reis, uma edição Documenta, revista e aumentada relativamente aos textos apresentados nessa ocasião, e composta de três partes distintas, mas interligadas: «Lições António Reis», «Homenagem», «Continuação».

Retomando no seu título versos de António Reis, o livro reúne as participações de José Bogalheiro, Maria Filomena Molder, Nuno Júdice, Manuel Guerra, Fátima Ribeiro e Maria Patrão.

https://www.rtp.pt/noticias/cultura/autores-mostram-importancia-das-licoes-de-antonio-reis-no-cinema-e-na-cultura-em-portugal_n1244122

 

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Inauguração exposição: “EXPLODE CORAÇÃO”

A 5 de Março pelas 17h inauguramos a instalação cenográfica do grupo de Design de Cena da ESTC na Faculdade de Ciência e Tecnologia no Campus da Caparica.

Esta fica até 30 de Abril na Sala de Exposições da Biblioteca FCT NOVA.

 

 

REPORTAGEM FOTOGRÁFICA – AQUI.

 

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2º Open Day ESTC | Departamento de Teatro

O 2º Dia Aberto virtual da ESTC será dedicado ao Departamento de Teatro e aos seus ramos de ATORES; DESIGN DE CENA; e PRODUÇÃO

– onde existirá espaço para esclarecimento de dúvidas, estreia de filmes, conversa aberta com profissionais da área teatral e audiovisual e alunos atuais da ESTC – entre outras atividades que julgamos serão frutíferas para se sentirem mais de perto da experiência que é aprender como se faz teatro e cinema em Portugal, connosco, na Escola Superior de Teatro e Cinema.

INSCRIÇÕES, Dia 2 de Julho das 16h às 20h – comunicacao.imagem@estc.ipl.pt

*Programação em breve*

Vem descobrir a ESTC!

A Escola Superior de Teatro e Cinema (radicada na Amadora desde 1998) do Instituto Politécnico de Lisboa tem vindo a afirmar-se nacional e internacionalmente como uma Escola de referência nos domínios do Teatro e do Cinema e está integrada em importantes organizações internacionais como o IIT – Instituto Internacional do Teatro/UNESCO Chair, o CILECTCentre International de Liaison des Écoles de Cinema et de Telévision, o GEECTGroupement Européen d`Écoles de Cinema et Telévison ou a ELIAEuropean League of Institutes of Arts e da École des Écoles.

Na ESTC são leccionados quatro cursos: dois de licenciatura e dois de mestrado, que se dividem em vários ramos e especializações. A partir do ano lectivo 2012/2013 deu-se início ao doutoramento em Artes Performativas e da Imagem em Movimento, neste doutoramento estão envolvidas em parceria 7 instituições.


Até já!

 

Escola Superior de Teatro e Cinema

Av. Marquês de Pombal 22B, 2700-571 Amadora

21 498 9400

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MASTERCLASS “Do real documental ao real obsceno”

A associação PRADO, em parceria com a Escola Superior de Teatro e Cinema, apresenta dia 3 de Fevereiro no auditório João Mota da ESTC.

“Do real documental ao real obsceno”, uma Masterclass de Janaína Leite

Em 2008, a diretora e pesquisadora brasileira Janaína Leite, deu início à pesquisa sobre o uso do documentário e de material biográfico em cena. Dessa fase, além de espetáculos, resulta também o livro “Autoescrituras performativas: do diário à cena”, publicado pela renomada Editora Perspectiva.

Nos últimos anos, vem se fazendo marcante em seu trabalho, a passagem de um “real documental” ou “etnográfico” para um “real obsceno”, – tomando aqui o ob-ceno como o “fora de cena”, aquilo que ameaça romper o anteparo da representação-, principalmente, a partir de seu último trabalho “Stabat Mater” no qual a diretora integrou ao processo de criação sua mãe real e um ator pornô.

No encontro, entre expositivo e prático, Janaina retoma os passos dessa trajetória para distinguir, em um primeiro momento, o que seria o real como “assunto” em cena de um real como “irrupção”, como acontecimento. Aborda noções como depoimento pessoal, performatividade e teatros do real.

Janaina Leite é atriz, diretora e dramaturgista. É uma das fundadoras do premiado Grupo XIX de Teatro de São Paulo. Já se apresentou em países tais quais França, Alemanha, Portugal, Cabo Verde e Inglaterra. Com os espetáculos “Festa de separação: um documentário cênico” e “Conversas com meu pai” iniciou sua pesquisa sobre o documentário e o uso de material autobiográfico em cena. Janaina é doutoranda pela Escola de Comunicação e Artes da USP e bolsista da FAPESP. Atua na orientação de oficinas, cursos e palestras por todo o Brasil. É autora do livro “Autoescrituras performativas: do diário à cena”, publicado pela Editora Perspectiva. Orienta também os núcleos de pesquisa “Feminino Abjeto 1” e “Feminino abjeto 2 – O vórtice do masculino”, fundamentais laboratórios para a criação de seu novo espetáculo “Stabat Mater”. “Stabat Mater” teve seu texto contemplado pelo Edital de Dramaturgia para Pequenos Formatos do Centro Cultural São Paulo, esteve também entre os finalistas do Concurso Nascente da USP e integrou a Mostra Internacional de São Paulo (MIT-Sp) em 2019. O espetáculo esteve entre os finalistas do prêmio APCA como melhor espetáculo, melhor dramaturgia pelo prêmio Shell e foi escolhido como melhor espetáculo do ano pelos críticos do Jornal do Estado e da Folha de São Paulo. O trabalho estreou em junho de 2019 no CCSP e é parte de sua pesquisa sobre o real obsceno.

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Inauguração da exposição de João António Fazenda, nos Serviços da Presidência do IPL, até dia 7 de Fevereiro

O espaço cultural, localizado nos Serviços da Presidência do Politécnico de LIsboa, recebe, a partir de 15 de janeiro e até 7 de fevereiro, a exposição de fotografia “Coisas Novas e Coisas Velhas”, de João António Fazenda que mostra o seu trabalho em vários géneros da fotografia, a preto e branco e a cores. A inauguração acontece na próxima quarta-feira, às 17h30.

Para Paulo Morais-Morais Alexandre, pró-presidente do Politécnico de Lisboa para as Artes, o autor “mostra-nos o que viu, o que quer que nós também vejamos e tal é sempre um ato de generosidade, um ato de partilha”. No texto que serve de introdução ao catálogo da mostra, o pró-presidente refere que “Coisas novas e coisas velhas”, mostra “o mundo que mudou com a tecnologia, que mudou as câmaras, que mudou com e para o fotógrafo, como mudou connosco”.

João António Fazenda faz fotografia há quase cinco décadas, com o objetivo de a dar a conhecer. Já concorreu a concursos no país e no estrangeiro, onde ganhou prémios, publicou em revistas da especialidade, lecionou em várias instituições e fez grande número de exposições, individuais e coletivas.

Esta é mais uma aposta do Politécnico de Lisboa, na promoção e divulgação das artes. O Espaço Artes – Politécnico de Lisboa destina-se a atividades culturais, artísticas e científicas de diversa natureza, nomeadamente exposições, conferências, colóquios, concertos, projeções de filmes e outras apresentações.

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