Stéphane Alberto

Endereço eletrónico | salberto@estc.ipl.pt

Cenógrafo, Figurinista, Aderecista, Músico.

Nasce em França em 1970.

Licenciado em Design de Cena pela Escola Superior de Teatro e Cinema de Lisboa.

Leciona como Professor Convidado desde 2017 na Escola Superior de Teatro e Cinema, no curso de Design de Cena.

Co-fundador da companhia de Teatro “Primeiros Sintomas” onde desde 2001 assina cenografia e adereços para 30 produções e figurinos em 10 desses espectáculos.

Destacam-se: “Endgame” (Melhor peça de teatro e melhor ator Globos de Ouro 2005);

“O Retrato de Dorian Gray” (Menção Honrosa APCT 2014); “Cyrano de Bergerac” (Melhor peça de teatro e melhor ator TIME OUT 2014) e “Pinnochio” (nomeado para melhor peça de teatro Globos de Ouro 2016);

Assina também cenografia e figurinos em espetáculos de Miguel Seabra e Rute Rocha e Cenografia para Sandra Faleiro, Raquel Dias, Emília Costa, Rita Ribeiro, Isabel Medina, Luís Cruz, Miguel Sopas, em companhias como Gato Que Ladra, Teatro Griot, Teatro Língua, Produções Próspero, Rita Ribeiro Produções, Sidartes, Escola de Mulheres, Comédias do Minho, Teatro Meridional.

Trabalha como aderecista para teatro desde 1991 em espaços tais como

Teatro Nacional de S. Carlos, Teatro Nacional D. Maria II, CCB, Teatro Politeama, Teatro da Trindade, Teatro S. Luiz, em espetáculos de Peter Brook, Pina Bausch, Carlos Avillez, Maria Emília Correia, Filipe La Féria, Cristina Carvalhal, Beatriz Batarda, Miguel Sopas, Luís Cruz, Alex Cassal, Pascal Rambert.

No cinema é diretor de arte em projetos de Carlos Braga, Edgar Feldman, Bruno Bravo e Ruben Alves.

Trabalha em Cinema, Televisão e Publicidade desde 1992, em produções nacionais e estrangeiras, em construção de adereços, escultura e pintura cenográfica.

Como músico compõe para espetáculos de João Meireles, Manuel Wiborg e Bruno Bravo.

 

 

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Teresa Varela

Endereço eletrónico | tvarela@estc.ipl.pt

Teresa Varela nasceu em Lisboa, em 1976. Frequenta o Doutoramento em Educação Artística (PDEA), no Instituto da Educação da Universidade de Lisboa (IE), Faculdade de Belas Artes de Lisboa (FBAUL) e Faculdade de Belas Artes do Porto.

É investigadora colaboradora no Centro de Investigação e Estudos em Belas Artes (CIEBA), da Faculdade de Belas Artes de Lisboa (FBAUL), no Grupo de Educação Artística.

Com pós-graduação em Audiovisual e Multimédia – Cenografia 3D, pela Escola Superior de Comunicação Social (ESCS), em Benfica, licenciou-se em Design de Interiores, pela Escola Superior de Artes Decorativas (ESAD) da Fundação Ricardo Espírito Santo Silva e, em Design de Cena pela Escola Superior de Teatro e Cinema (ESTC).

Leciona na Licenciatura em Teatro, ramos de Design de Cena e de Produção, na Escola Superior de Teatro e Cinema (ESTC).

Entre 2015 e 2019 foi docente na Escola Artística António Arroio (EAAA), no curso de Produção Artística, nas especializações de Realização Plástica do Espetáculo (RPE) e de Cerâmica.

Entre 2011 e 2016, colabora nas produções e co-produções do Teatro Nacional D. Maria II (TNDMII), em Lisboa, nas áreas de realização de cenografia, pintura cenográfica e construção de adereços.

Entre 2010 e 2017, cria, projeta e constrói cenografia e adereços para várias produções da Associação Grupo de Teatro os Aloés, na Amadora, destacando “O Envelope” (2011) e “O Saguão” (2010), ambos de Spiro Scimone.

 

De 2005 a 2009 trabalhou como projetista de AutoCad na empresa Ligações, entidade de produção de equipamento de luz, som, cenografia, equipamentos de arquitetura teatral. Responsável pela execução de projetos de desenho técnico para entidades públicas e privadas. Conceção e apresentação de projetos no âmbito de fornecimento e instalação de equipamento profissional de mecânica de cena e de iluminação, em espaços culturais, entre os quais destaca: Auditório do Museu de Portimão, Capela do Museu da Marioneta (Lisboa), Centro de Interpretação da Batalha de Aljubarrota (Leiria), Fundação Calouste Gulbenkian (FCG), entre outros.

Colabora com várias entidades de espetáculo de cena, onde desenvolve trabalhos na área de cenografia, desenho técnico, adereços, marionetas, entre as quais salienta o Teatro Meridional, a Companhia de Teatro de Almada, a Comuna Teatro de Pesquisa, a Companhia da Outra – Brasil, Centro Cultural de Belém, Teatro Nacional de São Carlos;  além de trabalhos realizados com empresas de construção de cenografia: Cenycet, Leonel & Bicho, Carpintauto.

É sócia da Associação Portuguesa de Cenografia (APCEN).

 

 

 

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Ator Filipe Duarte morre aos 46 anos

É com grande desolação que a comunidade de teatro e cinema da ESTC recebe a notícia do falecimento repentino de Filipe Duarte (diplomado pela ESTC com o bacharelato em Teatro – área de Ator – entre 1994 e 1997). Tendo-se estreado em palco em 1990 com a Companhia Teatral do Castelo e o Teatro da Garagem.

Profissional ativo no meio televisivo, cinematográfico e teatral, tendo trabalhado com vários realizadores e encenadores de renome em mais de 40 produções nacionais, entre eles contam-se os êxitos e prémios recebidos pelas participações em filmes como “Variações” de João Maia, “A Costa dos Murmúrios” de Margarida Cardoso, “Cinzento e Negro” de Luís Filipe Rocha ou, o mais recente, “Mosquito” de João Nuno Pinto.

Uma perda inestimável para o meio artístico português.

A escola envia sentidas condolências à família, Núria e Antónia.

 

 

 

 

 

 

 

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COMUNICADO ESTC

 

À Comunidade escolar da ESTC,

Caros discentes, docentes e não docentes:

 

No seguimento das propostas da Presidência do IPL, expressas no despacho n.º 63-2020 [pdf], após as orientações emanadas da Direção Geral de Saúde, no exercício das competências que me são delegadas e incumbidas pelos Estatutos da ESTC, nomeadamente alínea c), do artigo 17º, e depois de ouvidos os titulares de órgãos da ESTC, determino:

A suspensão das atividades letivas presenciais, a partir de 13. 03. 2020 e até 30. 03. 2020, sujeita a eventual e posterior revisão do calendário escolar, de acordo com a evolução das circunstancias atuais;

A suspensão do atendimento presencial ao público pelos Serviços;

O encerramento do espaço da Biblioteca, mantendo-se a possibilidade de requisição de  materiais.

Compete às Direções de Departamento planificar e implementar as medidas consideradas pertinentes, necessárias e possíveis para a prossecução efetiva do semestre na atual conjuntura.

Sem prejuízo de novas orientações, agradece-se a cooperação de toda a comunidade escolar no desígnio individual e coletivo que a todos nos cabe.

David João Neves Antunes

 

Para mais informações façam favor consultar o Plano de Contingência do Instituto Politécnico de Lisboa disponível aqui [pdf]

 

 

 

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José Capela / Mala Voadora

Dia 16 de maio | 14h30 | Pequeno Auditório

MODOS DE NÃO FAZER NADA,
A CENOGRAFIA DE JOSÉ CAPELA

 

 

 

 

Foto: Paulo Pimenta in Público online

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Conferência

TAXONOMIA DO DESEJO NO CINEMA
A Dramaturgia do Erotismo
por Paulo Morais-Alexandre

8 de maio | 15h00

Na conferência será ensaiada uma taxonomia das diversas formas como, através da indumentária, o Erotismo tem sido abordado no Cinema, dos materiais, às formas, passando pela utilização da cor, numa abordagem que vai do cliché à semiologia.

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Dia 31: ESTC encerrada

Informa-se a toda a Comunidade Académica e público em geral, que a ESTC estará encerrada no dia 31 de dezembro, por motivo de manutenção e limpeza geral das instalações.

A Escola reabre no dia 2 de janeiro, no horário normal.

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Lições António Reis | Homenagem

O Departamento de Cinema da ESTC decidiu organizar uma homenagem ao cineasta António Reis, que foi professor da Escola entre 1977 e 1991.

A obra cinematográfica de António Reis tem sido objecto de análise e de diversas retrospetivas, mas nesta homenagem do Departamento de Cinema da ESTC, atendendo a que, durante grande parte da sua vida de cineasta, António Reis foi também professor na Escola de Cinema, a nossa intenção é privilegiar a singularidade do seu magistério, não tanto numa perspectiva de evocação memorialista, mas antes indagando hoje que aspectos, tópicos, dimensões ‘daquilo que António Reis nos legou’ poderão ser propostos à atenção da actual geração de alunos do Departamento de Cinema.

É neste contexto que se irá realizar uma iniciativa a decorrer durante a semana de abertura do ano letivo 2018-19 sob a designação de ‘Lições António Reis’.

Durante quatro tardes, entre os dias 1 e 4 de outubro, haverá a projeção de filmes e lições com o propósito de pensar como os filmes e o ensino de António Reis foram atravessados por questões ‘perscrutadas’ e ‘convividas’ noutros domínios, nomeadamente na estética e na poesia.

Desta homenagem também faz parte a atribuição do nome de António Reis à sala de visionamento do Departamento de Cinema.

A projecção dos filmes em cópias restauradas, em película, no formato de 35 mm, é feita graças à colaboração da Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema.

 

PROGRAMA

 

Lições António Reis

Dia 1 de Outubro, 14.00 – 17.00 h

JAIME (1974), de António Reis

“Causas que seguem os efeitos ou ameixas doiradas com orvalho”, por Maria Filomena Molder

 

Dia 2 de Outubro, 14.00 – 17.00 h

“Um poeta da imagem”, por Nuno Júdice

TRÁS-OS-MONTES (1976), de António Reis e Margarida Cordeiro

 

Dia 3 de Outubro, 14.00 – 15.30 h

“Da atenção ardente”, por Manuel Guerra

 

Dia 4 de Outubro, 14.00 – 15.30 h

“Uma torrente chamada vida”, por José Bogalheiro

 

Homenagem

Dia 4 de Outubro, 16.00 h

Sessão solene

Atribuição do nome de António Reis à sala de visionamento

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O Piano em Pessoa

CONCERTO O PIANO EM PESSOA
por Nascimento Rosa (voz) 
e António Neves da Silva (piano)
Auditório da Casa Fernando Pessoa
13 de junho de 2018 |  18h30
(130º aniversário de nascimento do poeta)
entrada livre sujeita à lotação da sala
 
Concerto de apresentação do CD O Piano em Pessoa, uma edição Tradisom com o apoio do Instituto Politécnico de Lisboa (Gabinete de Projetos Especiais e Inovação) e da Casa Fernando Pessoa 
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