Ciro Aprea

Endereço eletrónico | l.aprea@hotmail.com

(Nápoles, 1968). 

Doutorado em Motricidade Humana, especialidade de Dança, pela Universidade de Lisboa / Faculdade de Motricidade Humana, com a tese intitulada O Toque e a Diferença. Um estudo da emergência criadora na formação do intérprete contemporâneo, e com o apoio da Fundação para a Ciências e Tecnologia. Mestre em Psicopedagogia Perceptiva pela UML-Lisboa. Licenciado em Estudos Teatrais pela Université Paris 8 - Saint-Denis. 

É investigador integrado do Instituto de Etnomusicologia - centro de estudos em música e dança, INET-md, (Universidade Nova de Lisboa - Polo da FMH). Neste quadro, lecciona regularmente seminários para o curso de doutoramento na especialidade de dança da FMH coordenado pelo Prof. Dr. Daniel Tércio.  

Colaborador do CIAC, Centro de Investigação em Arte e Comunicação (ESTC - Universidade do Algarve) e membro do Conselho Cientifico do CERAP, Centre d’Étude et de Recherche Appliquée en Psychopédagogie Perceptive, coordenado pelo Prof. Dr. Danis Bois, afiliado à Universidade Fernando Pessoa de Porto. 

Entre 2003 e 2010 tem integrado a direção artística da companhia O Bando dirigida por João Brites. Desde 2008 colabora regularmente com a Associação Musical Os Músicos do Tejo com quem tem levado a cena as óperas “La Spinalba, ovvero Il vecchio matto” de F. A. de Almeida (CCB, 2008); “Lo Frate Nnamorato", de G. B. Pergolesi (CCB, 2009); “Le carnaval et la folie”, comédie-ballet de C. Destouches (CCB, 2011);  “Il Trionfo d’Amore”, serenata para seis vozes de F. A. de Almeida (CCB, 2013); “Dido e Eneias”, H. Purcell (Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, 2013). Ainda para a Orquestra Gulbenkian, com direção musical de Pedro Neves, tem encenado em 2013 a opera contemporânea “Into the Little Hill”, de George Benjamin e Martin Crimp (Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian). Tem colaborado, entre 2014 e 2015, com o estúdio de opera da Escola Superior de Música para “Ester”, oratório sacro de Antonio Leal Moreira, numa co-produção da ESML com o Teatro São Luiz. Para a Orquestra Metropolitana de Lisboa tem encenado em 2015 “Armida”, de Josef Mysliveček, com a direção musical João Paulo Santos, CCB. Em 2016, para o Teatro Nacional São Carlos, tem encenado Lindane e Dalmiro, de João Cordeiro da Silva, com a direção musical de João Paulo Santos. 

É professor da ESTC desde 1998. É responsável pela Área de Corpo/Movimento na Licenciatura em Teatro e Mestrado em Artes Performativas. 

Luca Aprea

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