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O Cinema na Escola | Encontro de Som

Data do evento
28 de Outubro de 2022
Hora
11:30 - 18:30
Local
Grande Auditório ESTC & Sala António Reis
Organização
Departamento de Cinema

Este ciclo de encontros insere-se no âmbito das comemorações do cinquentenário do ensino do cinema em Portugal, organizadas pelo Departamento de Cinema da ESTC.

Trata-se de um projecto de investigação financiado pelo concurso IDI&CA (Investigação, Desenvolvimento, Inovação e Criação Artística), do IPL, coordenado por Marta Mendes.

 

Problemas propostos à mesa:

Tecnologias digitais de som; espacialização sonora; design de som no cinema contemporâneo.

 

Convidados

Júlio Pereira (operador de som, antigo aluno da escola);
Branko Neskov (engenheiro de som);
Hugo Leitão (designer de som).

Equipa da Escola

Emídio Buchinho (professor da área de som);
André Dias (professor da área de estudos);
André Simões (aluno da área de som).

 

Visionamento de Filmes

às 15h | Sala António Reis

PROGRAMA ANUAL COMPLETO [pdf]

Programa

Notas biográficas dos convidados

Júlio Pereira


É formado na área de Som pela Escola Superior de Teatro e Cinema, que concluiu em 2014.
Tem trabalhado em produções nacionais e internacionais de cinema, documentário e televisão, enquanto operador de som, assistente de som e pós-produtor de som. Destacam-se no seu currículo os filmes “Verão Danado”, de Pedro Cabeleira; “The Infernal Machine”, de Andrew Hunt; “Montanha”, de João Salaviza; “Chacun Pour Tous” de Vianney Lebasque; “Submissão”, de Leonardo António; “That Good Night”, de Eric Styles; “Frágil”, de Pedro Henrique; “Box”, de João Santos Silva.
Colaborou com os seguintes Directores de Som: John Rodda, Jean-Luc Rault-Cheynet, Éric Rophé, Olivier Blanc, Philippe Donnefort, entre outros.

 

Branko Neskov

Branko Neskov é licenciado em Cinema pela Universidade de Artes de Belgrado, Sérvia. Começou a sua carreira profissional em 1979 como montador, tendo na década de 80 trabalhado principalmente como Eng. de Som de misturas para Cinema. 

Desde então, fez mais de 250 longas-metragens nos mais variados países: Jugoslávia, Sérvia, Croácia, Bósnia, Alemanha, Portugal, Brasil, Itália, França, Irlanda. Mudou-se para Portugal em 1992, e nos últimos 20 anos construiu vários estúdios de som de cinema, tanto em Portugal como no exterior, tentando contribuir para uma sólida base técnica para a indústria de cinema Português.

É autor de vários artigos sobre a percepção de som, publicados na AES.

 

Hugo Leitão

Nasceu em Lisboa, em 1982. Trabalha em Som e Música para cinema desde 2001, onde integrou o departamento de Pós-Produção de Som na Tobis Portuguesa. Sai em 2010, e vai estudar para a LA Recording School nos Estados Unidos como bolseiro da Gulbenkian.
Em 2017 constrói o seu estúdio em Lisboa, onde trabalha como designer de som, editor, misturador e compositor em filmes de realizadores como Pedro Costa, Carlos Conceição, Cláudia Varejão, Marco Martins, Leonor Noivo, João Nicolau, Manuel Mozos, Tiago Guedes, Marta Mateus, Paolo Marinou-Blanco, Gabriel Abrantes, Susana Nobre, Inês Oliveira, Teresa Villaverde, entre outros.
Ganhou recentemente o prémio Sophia de melhor Banda Sonora Original (2022), atribuído pela Academia Portuguesa de Cinema no filme “Serpentário” (2021) (longa, ficção), de Carlos Conceição.
Mais recentemente trabalhou nos seguinte filmes: “When the waves are gone” (2022) (longa, ficção), de Lav Diaz - Editor e Designer de Som; “Lobo & Cão” (2022) (longa, ficção), de Cláudia Varejão - Editor e Designer de Som; “A Tree” (2021 - a anunciar) (longa, documentário), de Ai Weiwei - Designer de Som e Misturador; “Atrás dessas paredes” (2022) (longa, documentário), de Manuel Mozos - Designer de Som e Misturador; “Nunca nada aconteceu” (2022) (longa, ficção), de Gonçalo Galvão Teles - Música Original; “Um fio de baba escarlate” (2021) (longa, ficção), de Carlos Conceição – Misturador.